Quem somos

 

A Quinta Pedagógica Alão Radical, concretizou o sonho da proprietária Carla Martins. O gosto pela natureza, pelo desporto e a sua afeição pelas crianças fez com que através deste projecto, fosse ao encontro de formas inovadoras e criativas de juntar o utíl ao agradável.

 Esta quinta foi a primeira a desenvolver conteúdos pedagógicos na prática, num ambiente de experiências rurais e ecológicas, nesta região.

Contamos com uma vasta equipa de monitores especializados e prontos a desenvolver bons programas de grande valor pedagógico, de lazer e desportivos.

 Aqui na quinta trabalhamos com qualidade como ponto forte, a todos os níveis, nas infra-estruturas, no que respeita aos monitores e projectos de ocupação e lazer para os nossos visitantes.

 Desenvolvemos acções de desporto aventura e natureza para experientes, principiantes, grupos e empresas.

No nosso staff, contamos com uma equipa de monitores todos eles formados e especializados nas diferentes áreas que servimos. Cada um deles irá garantir uma prestação de serviços da maior qualidade, que é o nosso maior potencial.

Pode contar connosco para qualquer dúvida ou esclarecimento acerca das actividades de que dispomos!

 

A LENDA DO ALÃO

«Estava-se em 1148 quando a hoste de Afonso Henriques foi pôr cerco às muralhas da cidade. Os mouros, bem defendidos e sempre de atalaia, tinham jurado resistir até ao último homem. Assim, o cerco arrastava-se monótono, animado aqui e ali por pequenas escaramuças que não chegavam para alimentar o ócio dos sitiantes.
  E se por um lado Alenquer e o seu castelo não vacilavam, pelo outro, o exército de el-Rei mantinha-se sem arredar pé.
  Conta a lenda que Afonso I, aborrecido pela inacção, ergueu os olhos ao céu
pedindo a Deus que lhe enviasse um sinal que mostrasse a hora apropriada a um ataque bem sucedido.
  Na manhã seguinte, apareceu no arraial cristão, vindo não se sabe de onde, um enorme cão, um alão como naquele tempo se lhe chamava. Parou ao lado do Rei e quando sentiu sobre o pêlo a mão que o afagava, dando à cauda, começou a movimentar-se, lenta e seguramente, para os lados do castelo. E, subitamente, Afonso Henriques teve a intuição de que aquele era o sinal que pedira a Deus. Num entusiasmo, cheio de fé, gritou para os capitães:
  – Vede, companheiros! O alão quer, o alão quer!…
  Este é o sinal divino! Vamo-nos ao castelo! Aos ginetes!… Avante, por Sant’iago!
 Num frémito de audácia e determinação, os cavaleiros montaram e, com o alão adiante, lançaram-se à conquista do castelo. Os mouros não conseguiram resistir ao ímpeto confiante dos sitiantes e horas depois da primeira espadeirada o castelo foi tomado e o guião de Afonso I hasteado no alto das muralhas.
  Daí do alto, el-Rei, ainda eufórico da peleja, com a cota manchada de sangue e de espada erguida, bradou para todos os homens:
  – De hoje em adiante, toda esta terra passará a chamar-se «Terra do Alão Quer»!
 Assim foi. Com o tempo, a linguagem popular foi transformando o epíteto até o tornar naquilo que hoje sabemos: Alenquer. E quem sabe se foi também para recordar esse Facto que no brasão da cidade foram mandados

4 comentários a “Quem somos”

  1. Gostei muito da história que está na origem do nome da vossa quinta, gostaria de saber se vosses estão abertos tambem para visitas em familia, pois tenho um filhote e gostava de lhe mostrar a vossa quinta. Obrigado.

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